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Sobre a importância da preparação para o parto

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Você tem um obstetra em quem confia e disse a ele que quer ter um parto normal. Ele falou com você sobre o parto? O que esperar em cada fase do trabalho de parto, a fisiologia do corpo da mulher, as intervenções e suas consequências? Se não abordou nenhum destes temas, fique de olho! A preparação é fundamental para a gestante conseguir o parto que deseja – principalmente no Brasil, onde o parto normal é minoria.

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O mito do cordão enrolado

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Quantas vezes você já ouviu ou leu a frase “teve que ser cesárea porque o cordão estava enrolado no pescoço”? Esse é um dos inúmeros mitos que levam a falsas indicações de nascimentos por via cirúrgica em nosso País – e infelizmente aparece com muita frequência. A circular de cordão é um achado fisiológico, ou seja, não há anormalidade nele – nem nada que impeça um parto normal.

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Sobre obstetras, doulas e o “empoderamento” feminino

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“Meu obstetra, infelizmente, não aceita o acompanhamento de doula.” Essa frase foi dita por uma gestante que me procurou, inicialmente, para ter mais informações sobre meus serviços e valores cobrados. Passados alguns dias após a primeira troca de e-mails, recebi a mensagem acima e fiquei muito triste. Não porque eu não iria acompanhá-la, mas porque ela teria que parir sozinha, e sozinha brigar com um sistema que é muito maior e mais forte que nós.

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Minha bolsa rompeu…e agora?

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Muitas dúvidas existem quando falamos no rompimento da bolsa das águas, a membrana que envolve o bebê dentro do útero. Em termos estatísticos, em aproximadamente 85% dos casos, a bolsa rompe espontaneamente durante o trabalho de parto; em cerca de 15%, a ruptura da bolsa acontece antes do início do trabalho de parto, ou seja, quando a mulher ainda não está sentindo nada; e raramente o bebê nasce “empelicado”, dentro da bolsa (1%).

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