Mindfulness como caminho para uma experiência positiva de parto

Acabo de me tornar instrutora certificada GentleBirth, um programa de preparação para o parto que reúne técnicas de mindfulness, hipnose e psicologia do esporte para proporcionar às mulheres uma experiência positiva de gestação, parto e pós-parto. Apoiado na neurociência e na obstetrícia baseada em evidências científicas, o GentleBirth ajuda na criação da resiliência emocional nas gestantes, dando confiança para lidar com os desafios que vão aparecer durante o processo. Também pode ajudar a:

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Algumas palavras sobre parto domiciliar neste momento de pandemia

Há mais de cinco anos eu atuo como doula e, durante todo este tempo, sempre defendi a escolha informada das mulheres sobre o tipo de parto que queriam, onde e de que forma desejavam parir seus bebês. Estas palavras são para aquelas que já optaram pelo parto normal por ter a certeza de que é melhor e mais seguro para elas e seusfilhos. Então a pergunta é: onde parir? Em casa ou no hospital? A decisão de parir em casa precisa ser uma escolha consciente e orientada. Tem que fazer

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Consumo de tâmaras na gestação acelera o parto?

Alguns obstetras que conheço vinham indicando tâmaras para as suas pacientes como forma de ter um parto mais rápido. Mas isso tem comprovação científica? A resposta é sim! Estive nos últimos quatro dias imersa no Siaparto – VI Simpósio Internacional de Assistência ao Parto. Em uma das palestras, a médica Ana Thais Vargas apresentou uma metanálise bem recente, de 2019, reunindo estudos realizados com 921 mulheres, em gestações com fetos únicos e cefálicos (posição de cabeça para baixo, mais

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Recomendações da OMS: cuidado intraparto para uma experiência positiva de nascimento

No último domingo terminou mais uma edição do Siaparto – V Simpósio Internacional de Assistência ao Parto, aqui em São Paulo. Das cinco edições, participei de quatro, e sempre são dias de muito aprendizado e troca de experiências. Acesso a informações embasadas em evidências científicas (e não em “achismos” ou opiniões pessoais) para proporcionar às mulheres autonomia e protagonismo sobre seus próprios corpos. Uma das palestras que assisti foi sobre as novas recomendações da Organização Mundial de Saúde

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Um caminho especial

Ontem completei 50 partos que atendi como doula. Em cada um deles, aprendi tanto sobre superação de limites, cura de feridas, entrega, perseverança, cumplicidade, medo e coragem. Acompanhar uma mulher em trabalho de parto exige tanta delicadeza! As 50 mulheres que tive a honra de ajudar a colocar um bebê no mundo me mostraram que cada parto é único e, por isso, meu olhar deve ser atento ao que cada uma precisa.

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Vamos falar sobre a dor no parto?

Uma das perguntas mais frequentes que escuto quando falo sobre parto é: dói muito? Ou então: nossa, você pariu sem anestesia? Como aguentou a dor? Queria abrir este post com uma informação interessante. Vocês sabiam que em algumas tribos africanas a palavra “dor” não existe associada ao parto? Será que as mulheres africanas são tão diferentes de nós, fisiologicamente falando?

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O tempo do parto

Quanto dura o trabalho de parto? Essa pergunta, que tanto escuto das gestantes e seus companheiros, não tem resposta fácil. O trabalho de parto pode ser dividido em três estágios. O primeiro é a dilatação, composta pela fase latente, fase ativa e fase de transição. Na latência, o colo do útero amolece, afina e começa a dilatar. Não há um número de horas determinado para esta fase; ela pode durar poucas horas ou mais de um dia.

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A hora de ouro do recém-nascido

Vocês já ouviram falar nesta expressão – hora de ouro? É a primeira hora de vida do bebê, momento de fundamental importância para facilitar a formação do vínculo mãe-bebê e contribuir para o sucesso da amamentação. Na primeira hora de vida, o recém-nascido está em estado de alerta, geralmente com os olhos bem abertos e um reflexo de sucção forte.

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